Dicas para lucrar ainda mais nas festas de fim de ano

por Anderson Ozawa 03-12-2015 10:12
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Já estamos em dezembro! O ano passou rápido e, segundo pesquisas, 2015 não foi um dos melhores anos para a indústria do varejo. Mas, com a chegada das comemorações de fim de ano estão surge a possibilidade de alavancar os lucros dos varejistas e garantir bons resultados ainda este ano. A grande questão é que não basta apenas vender, é necessário tomar certos cuidados porque esta época não apenas concentra grande parte das vendas como também grande parte da perda.

Todas as datas comemorativas como Natal, Páscoa, Dia das Mães etc, são muito visadas pelo varejo por seu alto potencial de vendas e tornaram-se um objeto de estratégias cada vez mais elaboradas pelos comerciantes e empresários. O grande objetivo é levar cada vez mais pessoas às lojas, aumentar as vendas, posicionar e consolidar a marca.

E essas datas comemorativas também fazem parte do calendário estratégico anual da prevenção de perda. Ao analisar o acompanhamento mensal de perda, nota-se que todo o planejamento comercial que mobiliza a empresa inteira para esses eventos, aumenta a exposição ao risco da perda.

Cabe ao varejista, portanto, estar preparado e, com o calendário em mãos, aproveitar as oportunidades das datas festivas de forma segura e de olho em pontos importantes para prevenir perdas.

Confira algumas dicas que foram destaque na edição 2015 da Revista Prevenção de Perdas:

 

PONTOS DE ATENÇÃO

- AUMENTO DOS ESTOQUES

Importantes ferramentas:

CFTV, etiquetas e coletores de dados.

 

As compras para atender esses eventos devem ser científicas (demanda, giro, categoria, etc.) e não por sentimento. Ao passar esses períodos, as vendas caem, o fluxo de pessoas diminui e os produtos de baixo e alguns de médio giro, ficam parados no estoque. Sem giro e sem possibilidade de troca com o fornecedor, o produto terá seu prazo de validade expirado (alimento, medicamento, moda, etc), o que implica em perda para a empresa.

 

- PRODUTOS DE ALTO RISCO

Importantes ferramentas:

Antenas antifurto, etiquetas rígidas e acessórios, cadeados eletrônicos e protetores acrílicos

Aparelhos e lâminas de barbear, desodorantes, preservativos, medicamentos de disfunção erétil, inibidores de apetite, anticoncepcionais, bijouterias, calças jeans, calçados, bebidas (uísques e vodcas, etc), carnes, protetores solares e bronzeadores, que têm nesses períodos seu pico de vendas em razão do verão, das férias e das festas, são também os produtos mais visados para furto interno e externo, pela facilidade na revenda no mercado negro.

 

- CONTRATAÇÃO DE TEMPORÁRIOS

Importantes ferramentas:

CFTV e treinamento de pessoal

Para atender a demanda de clientes que acessam as lojas diariamente nesses eventos, as empresas contratam colaboradores temporários. Existe um grande risco nesse tipo de ação, porque entram na empresa pessoas sem o conhecimento da cultura, normas e procedimentos e também uma parcela que, segundo pesquisas, já possui a intenção de cometer algum ato ilícito em benefício próprio. Como os gestores das unidades de negócio não conseguem controlar esse excedente de quadro nas lojas, existe a oportunidade para furtos internos, fraudes no caixa, beneficiamento a conhecidos, entre outras práticas conhecidas dos varejistas. Além desses tipos de perdas, os varejistas correm o risco de ações por danos morais, em razão de atendimentos reativos indevidos que podem caracterizar constrangimento ilegal. Essas ações acontecem porque os colaboradores temporários, pela falta de treinamento adequado e conhecimento das normas e procedimentos, não estão preparados para agir com prevenção e para ter o tratamento adequado no atendimento aos clientes.

 

- FRAUDES NOS CAIXAS

Importantes ferramentas:

CFTV, controle no PDV (Gatecash) e antenas de checkout

É muito comum o aumento das fraudes nesses períodos. O gestor da loja toma a decisão de “compartilhar” sua senha ou cartão que autorizam cancelamentos de cupom, cancelamentos de item no cupom e sangrias de valores. Colaboradores mal intencionados utilizam a senha para fraudar as operações de caixa que são pagas em dinheiro, aproveitando-se da falta de cultura de exigência de nota fiscal e da pressa do cliente em ser atendido, pagar e sair da fila. Registrar os produtos, receber o dinheiro e posteriormente cancelar o cupom de venda sem o conhecimento do cliente, é uma das formas mais conhecidas dessa fraude.

 

Seguindo estas dicas e ficando atento aos possíveis furtos e quebras, o varejista poderá garantir um fim de ano mais tranquilo, com mais vendas e menos perdas. E, não se esqueça, a tecnologia é uma excelente aliada do varejista. Invista em Prevenção de Perdas.

 

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Topics: Perdas no Varejo