Projeto inovador de etiquetagem na origem na Raia Drogasil

por Adriano Sambugaro 19-09-2012 11:24
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A Gunnebo Gateway Brasil (www.gateway-security.com.br) concluiu a introdução do sistema de prevenção de perdas na rede Raia Drogasil. Até o fim do ano todas as lojas da rede passam a receber produtos já com as etiquetas antifurto fixadas nos itens. Com esse procedimento, conhecido por etiquetagem na origem, a tecnologia que protege as mercadorias contra furtos e extravios é introduzida na linha de produção ou de distribuição do fabricante.
Segundo o gerente de Prevenção de Perdas da Raia Drogasil, Anderson Ozawa, a qualidade dos equipamentos utilizados e as soluções oferecidas foram primordiais para a atualização do atual sistema utilizado pela companhia. “A Raia Drogasil necessitava de um sistema que acompanhasse seu crescimento”, afirma ele. A expectativa é que o processo de etiquetagem na linha de produção reduza o tempo de abastecimento das lojas. Ainda segundo Ozawa, entre 8% e 10% dos chamados produtos de alto risco e com maior preço de venda da rede já sairão das indústrias com as etiquetas de segurança.
Dados da Avaliação de Perdas no Varejo Brasileiro, realizada pelo Provar, revela que 22% das farmácias e drogarias utilizam a etiquetagem na origem. “Historicamente, a adoção desse instrumento de prevenção de perdas proporciona redução dos custos operacionais em 20% e aumento de até 70% nas vendas”, destaca Luciano Raposo, diretor Comercial da Gunnebo Gateway Brasil, líder no país em soluções tecnológicas para a proteção eletrônica de mercadorias no varejo e uma das maiores companhias do mundo na área de segurança.
A parceria da Raia Drogasil com a Gunnebo Gateway Brasil inclui também a padronização da tecnologia utilizada em toda a rede. No caso a tecnologia acusto magnético (AM), cujas principais vantagens são a possibilidade de desativação e reativação das etiquetas antifurto, níveis de detecção elevados e imunes a alarmes falsos.
O acordo também contempla o treinamento dos funcionários sobre a utilização da tecnologia para a prevenção de perdas. “O equipamento é uma ferramenta que depende da ação diária dos colaboradores, que devem estar atentos, por exemplo, às operações. É uma cultura que deve ser alimentada sempre”, explica Anderson Ozawa.

Topics: Perdas no Varejo