Quais são os custos e o retorno de um projeto de prevenção de perdas?

por Adriano Sambugaro 17-02-2016 9:00
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Furtos de produtos dão prejuízo de R$ 1,5 bilhão [ao ano] para os supermercados. Essa foi a chamada de uma reportagem levada ao ar pelo Jornal da Globo, com informações fornecidas pela Abras em 2012. Nela, são mostrados flagrantes de furtos de garrafas de uísque, pacotes de cigarro e carne. De acordo com a matéria, os supermercados no Brasil gastam cerca de R$ 673 milhões em prevenção de perdas e 33% deles possuem circuito fechado de TV (CFTV). “Mas nem sempre é o suficiente”, narra a repórter, que em seguida cita a relação do itens mais furtados nesses estabelecimentos: chocolates, o campeão, seguido de carnes, salgadinhos, lâminas de barbear, desodorantes e bebidas.

A reportagem chama a atenção para o fato de que o prejuízo provocado pelos furtos atinge diretamente o consumidor final, já que é inserido no preço final das mercadorias. “Qualquer custo desse tipo, em qualquer segmento varejista, acaba sendo transferido para o preço, para se manter a margem de lucro do negócio. As empresas que não previnem as ocorrências de furtos em suas lojas assumem um determinado risco”, explica o diretor de Comunicação da Gunnebo Brasil, Luiz Fernando Sambugaro.

Ele ressalta a importância do investimento em um projeto de prevenção de perdas e faz uma análise do retorno sobre este investimento. “O retorno pode ocorrer no prazo de 6 meses a 2 anos. Mas é importante lembrar que o investimento em tecnologia pode ser suficiente para garantir a utilização da solução por cerca de 10 anos. Aliás, esse é o item com o menor custo num projeto desses, que inclui também gestão e preparação do pessoal”, afirma Sambugaro.

A introdução de uma filosofia de prevenção de perdas deve ser decidida pelo alto escalão da empresa e, para ser bem-sucedida, deve obrigatoriamente ter o engajamento de todos os funcionários. Só assim os resultados aparecem e a lucratividade aumenta.

“Especificamente no caso dos supermercados, mais do que em qualquer outro segmento, a redução das perdas é muito mais importante que a abertura de novas lojas, por exemplo. O 'peso' do executivo responsável pela prevenção de perdas deve ser equivalente ao do diretor Comercial, pois o projeto exige pessoas muito bem preparadas”, afirma o diretor da Gunnebo Brasil.

Outro item a ser analisado e um dos mais difíceis de ser mensurado, segundo o especialista na área, é a proporção da perda não identificada, que ocorre em grande parte nos check-outs, popularmente conhecidos como frente de caixa. São fraudes, facilitações e erros que podem ser prevenidos com soluções tecnológicas disponíveis no mercado, entre elas, o Gatecash, da própria Gunnebo Brasil, que além de diminuir as irregularidades nos check-outs, possibilita avaliar o desempenho dos operadores de caixa.

“Instalado diretamente no PDV, permite monitorar à distância, em tempo real e com altíssima qualidade de imagem, todas as movimentações, melhorando a lucratividade da loja. O Gatecash pode ainda ser utilizado para ações de marketing, é compatível com a maioria dos sistemas operacionais e possui grande capacidade de armazenamento de informações”, explica o diretor da Gunnebo Gateway Brasil.

Como de costume, a conclusão a qual chegamos é que investir em prevenção de perdas pode ser o grande diferencial em períodos difíceis como os que viemos enfrentando. As soluções são várias, encontrar a ideal para o seu negócio pode transformar seu dia a dia no varejo.

 

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Topics: Perdas no Varejo